Fotógrafa revela bastidores do ensaio de noivado estrelado por zumbi

Ideia original foi do casal e fez sucesso na rede. Morto-vivo da sessão de fotos era amigo da fotógrafa e foi maquiado pela noiva

Ensaios de noivado com o casal fazendo poses românticas em cenários idílicos não faltam. Já ensaios de noivado com zumbis são bem mais raros. Este é provavelmente o motivo que fez com que os curiosos cliques de um casal sobrevivendo ao ataque de um morto-vivo rodassem a web dias atrás. Mas quem são os personagens desta cena de noivado ao melhor estilo dos filmes B?

A profissional por trás das câmeras é a fotógrafa Amanda Rynda, de Los Angeles, Califórnia. Ela é amiga de Juliana, a noiva. A ideia de incluir um zumbi no ensaio foi dela e do noivo, Ben. Em entrevista por e-mail, Amanda conta que a diversão começou logo no briefing. “Eles me pediram para fazer a sessão e Juliana disse: ‘Nós queremos sobreviver ao ataque de um zumbi e, depois, nos abraçarmos para mostrar que estamos apaixonados’”

O casal queria fugir do básico e refletir a personalidade divertida e criativa de ambos. Amanda nunca havia feito nada parecido e se animou com a história. “Fiquei muito contente pela oportunidade de trabalhar com pessoas tão abertas ao novo como Juliana e Ben. Espero que essa tendência continue”, escreve. Para uma fotógrafa recém-chegada ao ramo, o sucesso das fotos não poderia ser melhor: ela está em contato com outros casais que querem o ensaio de noivado seguindo uma linha de criatividade parecida. “A sessão de fotos é uma ótima oportunidade para os casais serem quem são e se divertirem”, diz Amanda.

O ensaio de Ben, Juliana e o zumbi durou uma hora e não foi nenhuma super produção. A própria noiva foi responsável pelo estilo do morto-vivo, encarnado por um amigo da fotógrafa, Jason Boesch. A maquiagem excepcional, por exemplo, foi Juliana quem fez.

Já o uso dos tons e enquadramentos para contar a história e compor a atmosfera foram ideias da própria Amanda. Estilista de cores da “Walt Disney Television Animation”, desde o começo ela queria que as cores colaborassem para contar a história. “Quando me sentei para editar as fotos, o fiz como se estivesse assistindo a um filme de zumbis e pausando-o algumas vezes”, relata. O resultado – e algumas divertidas fotos de bastidores

Matéria por IG.

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Publicado por: lisbelaconvites | 13/10/2011

Cardápio completo com flores comestíveis

Cardápio completo com flores comestíveis

Na estação mais colorida do ano, aprenda a usar flores no prato

Flores não só enfeitam como agregam sabor a receitas doces e salgadas

Utilizar flores comestíveis em receitas pode parecer novidade. Mas “na Idade Média, elas já eram usadas para dar mais brilho aos pratos”, afirma o botânico e autor do livro Entre o jardim e a horta, as flores que vão para a mesa (editora SENAC), Gil Felippe. Além disso, estão na lista de compras das donas de casa há bastante tempo. “Brócolis, alcachofra, couve-flor, cravo-da-índia e alcaparra são flores ou inflorescências usadas como hortaliças ou condimento. E poucos sabem disso”, diz o especialista.

A quantidade de flores comestíveis é imensa. Segundo Gil, a prática começou como um modismo, inspirado nas culinárias europeia e norte-americana. Isaías Neries, do Parador Lumiar, em Nova Friburgo,  Rio de Janeiro, usa o ingrediente em seus pratos há mais de 10 anos. “Comecei encantado pela beleza, mas depois fui elaborando receitas com o ingrediente”, diz o chef. De seu laboratório de pesquisa saíram geleias, massas e pudins florais. “A gente não percebe, mas estamos cercados de flores que agradam os olhos e o paladar.”

Ângela Thompson, diretora do Sítio do Moinho, produtor de espécies orgânicas na região serrana fluminense, conta que várias flores podem ser utilizadas na cozinha. “Capuchinha, calêndula, amor-perfeito, begônia, borago, por exemplo, ficam bem em saladas ou como decoração de pratos.” Os sabores vão do adocicado ao azedinho. “Algumas são picantes, outras amargas e há ainda as mais perfumadas. E muitas florescem o ano todo”, afirma Isaías.

O hábito de comer flores ainda não é comum no Brasil. “Algumas pessoas estranham, mas experimentam. Mesmo que por curiosidade”, afirma Ângela. Mas não é toda espécie que vai bem no prato. “Consuma somente as indicadas por especialistas”, diz Gil. Ou seja, os que são comercializadas para esse fim.

Nas receitas, o ingrediente entra tanto no preparo, quanto na decoração. Ângela, por exemplo, acha mais fácil usar flores em pratos salgados. “Mas as pétalas de rosa são clássicas na confeitaria, recobertas de chocolate ou cristalizadas”, diz.

Dicas e cuidados para usar flores no prato:
- As flores devem ser lavadas com cuidado para não rasgar. Evite colocá-las sob o jorro forte da torneira.
- Lave-as em uma bacia de água fria, retirando depois o excesso de água.
- Use flores frescas sobre saladas ou no canto de pratos para decoração. Se colocadas sobre ingredientes quentes, elas murcham rapidamente.
- Conserve as flores dentro da geladeira, nas prateleiras do meio. Assim, não correm o risco de congelar.
- As flores frescas podem ser guardadas durante uma semana dentro da geladeira.
- Não utilize flores que tenham sido cultivadas com agrotóxicos ou de vasos decorativos. Nem todas as flores são comestíveis. Prefira espécies procedentes de horta orgânicas.
- Explore a criatividade, as flores comestíveis são muito decorativas e dão ar festivo a simples saladas e acabamento elegante em qualquer prato.
- Use as flores também com galhinhos de ervas, em travessas de legumes ou carnes.

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Publicado por: lisbelaconvites | 30/09/2011

Les Chefs et Décors – Victor & Leo arrecadam 1 mi para idosos!

Les Chefs et Décors – Victor & Leo arrecadam 1 mi para idosos!

Francisco Cepeda/AgNews

“Damos mais sentido à nossa arte fazendo algo pelo próximo”, disse Victor (36) durante o show da dupla Victor & Leo na 7ª edição do Les Chefs et Décors, evento que reuniu chefs de cozinha em prol do Projeto Velho Amigo, associação de amparo a idosos, no Terraço Daslu, em São Paulo, na noite desta segunda-feira, 26.

Organizado por Regina Helou (47), Maria Thereza Cunha (71) e pelo casal Regina Moraes Waib (37), filha de Antônio Ermírio de Moraes (83), e Sérgio Waib (39), o evento beneficente que teve os convites esgotados contou com o leilão de uma moto estilizada por Romero Britto (48), que foi arrematada por R$ 45 mil. Também foi leiloado um quadro inacabado do artista, que seria finalizado por Hebe Camargo (82), Toquinho (65) e João Carlos Martins (71), que não compareceram. Mesmo assim, a obra foi comprada por R$ 80 mil.

No final do evento, Sérgio Waib agradeceu ao público, que entre a compra dos ítens leiloados e do convite para comparecer ao jantar com o show da dupla sertaneja, doou R$ 1 milhão ao Projeto Velho Amigo. “Desejo que vocês durmam muito bem, hoje vocês ajudaram 70.

Fonte: Caras

O importante evento mais uma vez contou com a participação de nosso querido e generoso amigo e parceiro Renato Aguiar.

No seu espaço, Renato Aguiar trouxe o conto de fadas para dentro da decoração e gastronomia. Um grande móvel com gavetinhas será a grande atração. A cada gaveta aberta, uma surpresa. As copeiras estarão vestidas de Noviças Rebeldes, remetendo também ao tema escolhido. No cardápio, destaque para o Arroz Oriental com especiarias, o creme de champignons com frutas de cremona trufada e o ragu de cordeiro.

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Publicado por: lisbelaconvites | 29/09/2011

De dia ou à noite: guia rápido para casamentos nos dois horários

De dia ou à noite: guia rápido para casamentos nos dois horários

Dependendo do período, a decoração, o vestido da noiva, o cardápio e outros detalhes devem ser diferentes. Entenda porque.

Tanto sob o sol quanto sob a lua, festas de casamento têm o seu charme. As especificidades de cada horário, porém, devem ser levadas em conta na hora de escolher a decoração, o vestido, a iluminação e até as comidinhas que serão servidas.


Para isso, conversamos com vários especialistas e destacamos as principais diferenças entre casamentos diurnos e noturnos. Confira aqui.

Decoração

De dia: abuse das cores e estampados
Uma festa durante o dia pode ser mais ousada nas cores, tanto nas flores quanto nos estampados. “Pode se trabalhar com um mix de cores nas flores: rosas, violeta, vermelho e amarelo”, diz o designer Garcy Feijó. Na opinião de Giuliano Salzano, da Ambiente Eventos, uma festa durante o dia pode apostar no estilo ‘rústico chic’, como o casamento de Kate Moss.

À noite: evite a cor azul
De acordo com Feijó, o azul escurece o ambiente. Se a cor estiver misturada com branco, porém, pode funcionar. Na opinião dele, em um casamento à noite a decoração se fixa em menos cores. Segundo Giuliano, mesas com tecido preto e até mesmo couro nas cadeiras podem ser usados em uma festa neste horário. Sousplats espelhados dão um toque especial para uma mesa noturna, como indica a organizadora Taís Drummond.

Iluminação

De dia: valorize a luz natural
“Um casamento de dia é perfeito para explorar espaços abertos”, afirma Feijó. Segundo o designer, a cerimônia e festa nesse horário devem se garantir com a luz natural.

À noite: iluminação cenográfica funciona
A luz de uma festa é sempre cenográfica, mas não precisa ser tradicional. Feijó sugere o uso de velas suspensas, que oferecem efeitos fantásticos sobre o local. Além disso, o designer indica cordões de luz por toda a área da festa, como nos casamentos norte americanos.

Temperatura

De dia: sombras contra o calor
Em festas ao ar livre, o contato com o sol direto deve ser evitado. A organizadora Jane Tupinambá recomenda certificar-se que a área tenha árvores ou montar uma estrutura para oferecer sombra, com ombrelones e tendas. Outra ideia, sugerida por Taís Drummond, é distribuir leques para os convidados.

À noite: use um aquecedor de jardim
Do lado oposto, os convidados de uma festa em local aberto realizada à noite podem enfrentar temperaturas geladas. Para isso, Jane indica o uso de um aquecedor de jardim.

Vestido e roupas dos convidados

De dia: nada de brilho!
“Uma coisa é moda, outra coisa é casamento. Brilho não cai bem durante o dia”, comenta Jane Tupinambá. Vestidos mais românticos, em estilo retrô ou de renda, são os indicados para a noiva diurna. O noivo pode optar por um terno mais claro. Os convidados podem até mesmo usar chapéu se a festa for durante a manhã.

À noite: um pouco mais de formalidade
As festas durante a noite não oferecem tantas restrições ao vestido da noiva. Segundo Taís, os convidados também devem se lembrar da formalidade. Como são mais elegantes, casamentos à noite exigem mais prudência na escolha dos tecidos. Algodão, por exemplo, deve ser evitado.

Descubra o melhor vestido para o seu tipo de corpo

Música

De dia: pista sem apetrechos
Festas diurnas costumam ser mais tranquilas que celebrações à noite. Mas nada impede criar uma pista de dança. Só evite os exageros. “Aqueles kits de pista, com pisca-piscas e coisas brilhantes, não cabem durante o dia. Mas os noivos podem distribuir, por exemplo, canecas de chopp personalizadas ou chapéus ‘country’”, comenta Taís.

À noite: aposte no DJ
Uma festa à noite tem mais jeito de balada, principalmente se vai até tarde. Por isso, Taís aconselha que se preste atenção na escolha do DJ.

Tipo de buffet

De dia: vá de brunch
O “brunch” (mistura de café da manhã com almoço) é uma boa opção se o casamento for feito durante a manhã. “Ele pode se estender durante o dia, acho muito simpático”, afirma Jane. Atenção à mesa de doces: ela deve ficar em algum lugar fresco e arejado. “Ou a noiva deve pensar em um cardápio que não derreta. Mas quem quer um casamento sem chocolate ou bem-casado?”, diz ela.

À noite: aposte no jantar
É difícil fugir de um jantar, seja ele tradicional ou não, em uma festa realizada durante a noite. Mas, se os noivos não planejam oferecer uma refeição, o ideal é terminar a celebração até as 19h. “Não pode se segurar um convidado até as oito sem oferecer nem um champanhe”, aconselha Taís.

Bebidas

De dia: invista em bebidas leves
Nem os melhores whiskys e vinhos são lá muito bem-vindos em uma festa durante o dia. Segundo Taís Drummond, bebidas mais “quentes” não têm muita saída. Dê preferência para sucos, água e bebidas alcoólicas mais leves e geladas, como chopp e frozen de caipiroska. “Bebidas de boteco combinam mais”, sugere Taís.

À noite: capriche no vinho
Já para a noite, vinho, vodka e whisky ganham espaço. Taís explica que o vinho, principalmente, tem grande saída por harmonizar com o jantar.

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Publicado por: lisbelaconvites | 22/09/2011

Vestidos de noiva passam por transformações ao longo das décadas

Vestidos de noiva passam por transformações ao longo das décadas

Não dá para negar que o traje mais especial no guarda-roupa de muitas mulheres sofra influências da moda. Cada época apresenta uma tendência ou algum detalhe que demonstra o estilo dos vestidos de noiva daquele período.

Décadas de 10 a 40
Durante a década de 10, a chamada “Belle Époque”, os vestidos eram decorados com flores nas laterais. Andréia Miron, professora do curso de moda da Faculdade Santa Marcelina, comenta que as roupas tinham bastante tule e eram marcadas na cintura. O corpete, artigo muito usado no final do século anterior, também tinha sua força neste período.

Enquanto nos anos 10 os vestidos eram bem femininos, nos anos 20 eles eram bastante soltos. “Logo depois da primeira guerra, as mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho, a se emancipar. As mudanças no comportamento feminino trouxeram modificações nos vestidos também”, explica Andréia.
A estilista da Fashion Noivas Rosi Ileska comenta que nos anos 20 a cintura do vestido era baixa e os modelos podiam ser um pouco mais curtos. “Na época já era muito sensual mostrar o tornozelo. Além do mais, o corte evitava que se sujasse a barra da saia”, diz Rosi.


A sensualidade esteve bastante em pauta nos anos 30, quando as grandes divas do cinema como Bette Davis, Marlene Dietrich e Jean Harlow se tornaram inspiração para os looks das noivas. João Braga, estilista e professor de história da moda, aponta que a seda era muito usada nos vestidos desta época, bem como os véus longos.

O professor explica que nos anos 40 houve uma mudança abrupta nos vestidos de noiva. A recessão pela qual o mundo passou durante e depois da segunda guerra mundial, segundo João, explicam os modelos com menos tecido e até menos decorados, como os terninhos. Andréia aponta que houve muita influência do estilo pin-up nos modelos do período, com culotes mais marcados.

Dos anos 50 aos 80
“Nos anos 50, a noiva não expunha muito o colo, por isso usava um bolero ou uma gola de renda fechada por cima do vestido”, comenta Rosi. Andréia analisa que, no momento pós-guerra, as pessoas procuravam por símbolos de felicidade – casamentos de princesa foram bem-vistos nessa época. Por isso, os vestidos eram mais voltados para modelos mais românticos. Outras marcas dos anos 50 foram a cintura marcada e a saia em camadas.

O impacto fashion de Twiggy e Audrey Hepburn atingiu os vestidos de noiva durante os anos 60. Os modelos ficaram mais curtos e abusavam de formas geométricas, segundo Rosi Ileska. João comenta que outro tipo de vestido muito comum neste período foi o “tubinho”. Um detalhe, apontado por Rosi, é que as noivas usavam luvas longas.

“Já nos anos 70, a noiva ficou mais solta. Não se preocupava tanto com o refinamento do vestido, ele podia ser mais modesto”, diz João. Segundo o estilista, o comportamento hippie explica muito dos trajes da época. Batas e modelos com alça fina e decote império eram muito comuns.

Andréia explica que, assim como nos anos 40, houve uma pequena recessão nos anos 70 o que impactou os modelos dos anos 80. Segundo ela, é comum que haja exagero depois de uma época de crise e isso pode ser visto nos vestidos de noiva da década. João afirma que os modelos “oitentistas” tinham um ombro mais marcado e eram feitos de tecidos menos maleáveis. “Era muito comum que usássemos a manga presunto, aquela mais bufante, nos anos 80”, acrescenta Rosi.

E chegou o ano 2000
“Em 69 o homem pisou na lua. A partir daí projetou-se que nos anos 2000 o mundo seria diferente e que iríamos conhecer outras galáxias usando aquelas botas prateadas. Nos anos 90, perceberam que nada disso aconteceria, por isso a moda passou por um processo de releitura”, explica Andréia Miron. Assim, os vestidos dos anos 90 foram uma mistura de tudo que foi visto até então. “Várias identidades de outras épocas foram revistas”, comenta João.

Na passagem do século 20 para 21, as noivas passaram a preferir o decote tomara que caia. Afinal, as mulheres estão mais à vontade para se vestirem de maneira sexy. Apesar de admitirem a existência de tal preferência, Andréia e João insistem da diversidade de formas e modelos dos dias de hoje. “Se você visitar lojas especializadas em vestidos de noivas, verá que tudo é possível e imaginável”, finaliza Andréia.

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Publicado por: lisbelaconvites | 15/09/2011

Orçamento sem limite, noiva sem controle

Orçamento sem limite, noiva sem controle

Exigências absurdas e atrasos abusivos atrapalham a cerimônia de noivas que não têm preocupações com as contas

Ter muito dinheiro nem sempre ajuda na hora de organizar de um casamento. Um orçamento sem limites costuma apresentar um efeito colateral comum: noivas igualmente sem limites. Habituados a atender clientes de alta classe, os organizadores de casamentos top Ricardo Ranier e Romy Godoy concordam: quanto maior o orçamento da festa, maiores são as exigências das noivas e, muitas vezes, maiores as consequências desastrosas para a cerimônia.

“Nem sempre o que está em um lugar glamouroso tem glamour”, lembra Ricardo. “As noivas estão extrapolando”, define Romy. Conheça algumas histórias abaixo.

O piso não combinava

A história de uma noiva top corre pelo mundo dos organizadores de casamento de alto nível. A noiva em questão seria futura esposa de um homem bastante rico e badalado no mundo dos esportes brasileiros. Dinheiro não era problema para ela, mas a cor do piso do local onde aconteceria a cerimônia, sim.

“A decoração da igreja era em vermelho e verde, e a da recepção era vermelho e branco. Ela colocou na cabeça que marrom não combinava com vermelho e branco, por isso, o piso de madeira do local ia ficar horrível”, conta Ricardo.

Embora o local escolhido fosse conhecido por sua decoração toda feita em madeira, o caso foi solucionado. Plaquetas brancas foram colocadas sobre o piso apenas para a noite do casamento. Como a celebração custou em torno de R$ 500 mil, esta pequena ocorrência foi apenas um estresse a mais para noiva e organizadores. O impacto financeiro mal contou.

A noiva ainda fez algo imperdoável para alguém que se casa na Igreja Nossa Senhora do Brasil: se atrasou. E muito. Segundo Ricardo, foram quase duas horas de espera. Não só os convidados ilustres como também os jornalistas e fotógrafos que esperavam à porta da igreja ficaram impacientes.

Quando ela chegou, porém, teve o troco. A cerimônia religiosa durou pouco menos de 20 minutos e não contou com todas as passagens de uma consagração normal, afinal, o padre precisou descontar o tempo de espera da noiva. “Ninguém pode se atrasar na Nossa Senhora do Brasil. Mesmo”, diz Ricardo.

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Publicado por: lisbelaconvites | 08/09/2011

10 ideias para um casamento igual ao dos blogs americanos

10 ideias para um casamento igual ao dos blogs americanos

Aproveitamento da luz natural, vasos menores e cuidado com os detalhes: tendência de casamento ao estilo dos blogs e sites americanos

A sétima edição do “Quer Casar com Estilo” reuniu noivas e fornecedores sob a curadoria de Sandra Zlotagora Pessini e Elodie Pérignon, criadoras do ListaPerfeita, e Camila Relva, da assessoria Compagnie, neste domingo em São Paulo. O evento destacou a tendência dos casamentos de clima intimista, feitos à luz do dia e marcados pela personalização da decoração, das comidas e da cerimônia – tudo que as blogueiras e colunistas norte-americanas já vem endossando há algum tempo.

O resultado é bem diferente dos casamentos tradicionais brasileiros. A ideia é fazer tudo menor e mais íntimo, mas não com menos cuidado. “A importância do detalhe cresce em um estilo de casamento onde tudo é menor”, diz Elodie. Esta filosofia perpassa todas as etapas do casamento, da preparação à festa. “30% das noivas que procuram os nossos serviços querem um casamento deste tipo”, diz Janaina Barreto, da Saint Morits, empresa há mais de 40 anos no ramo. O Delas aproveitou o evento para listar 10 tendências em casamentos neste estilo. Veja na galeria abaixo.

Apostar na luz natural: o clima diurno combina com a simplicidade elegante dos casamentos do estilo – Foto: Edu Federice

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Publicado por: lisbelaconvites | 01/09/2011

7 dicas para o buquê de noiva perfeito

7 dicas para o buquê de noiva perfeito

Expert conta os segredos para escolher o formato, o estilo e as cores certas para o buquê.

Junto do vestido e das alianças, o buquê é um ícone do casamento. Ele pode ofuscar, destoar ou harmonizar com o look da noiva, tudo depende da escolha. Com mais de 11 anos (e 1500 casamentos) de experiência em decoração, especificamente em buquês e arranjos de flores, Andrea Saladini contou para o Delas os sete segredos para a escolha do buquê perfeito.

Imagem por IG.

1. Não subestime o seu buquê

“Muita gente acha que para fazer o buquê é só amarrar um maço de flores. Mas não é bem assim”, diz Andrea. “O buquê é uma joia, um dos ícones do casamento”. Para a decoradora, é proibido à noiva delegar a compra do buquê para outra pessoa, assim como deixá-la para última hora.

2. Combine o buquê com o seu estilo e com o estilo do vestido

Para escolher as flores, leve em conta o estilo do vestido e o da própria noiva. Segundo Andrea, um vestido romântico, como os rendados, seria eclipsado por um buquê vermelho e grande. “O buquê é como uma armadura: é nele que a noiva segura quando entra na Igreja. Por isso, a noiva precisa estar muito segura com o vestido e com o buquê”, diz.

3. Considere sua estatura para determinar o formato

Se a noiva é mais alta, é melhor apostar em um buquê de cascata. Se é mais baixa, os clássicos redondos são ideais. Por ser longo, um buquê em forma de cascata dá a impressão de que a noiva é menor. Já um redondo e pequeno ficaria desproporcional para uma noiva muito alta. “Vai parecer que ela roubou o buquê da daminha”, brinca a decoradora.

4. Não use flores da mesma cor do vestido ou do sapato

Se o seu vestido tem uma faixa ou se você optou por um sapato colorido, não escolha um buquê com estas cores. De acordo com Andrea, se a noiva escolheu usar um sapato colorido, então o destaque precisa ser voltado para ele. E as flores do buquê deverão ser neutras. “A noiva não pode usar muitos acessórios que chamam atenção, senão ela some”, explica.

5. Não use as mesmas flores da festa

Nada de usar as mesmas flores da festa ou da decoração da igreja no buquê. “A sensação que dá é como se as flores da festa tivessem sobrado para fazer o buquê. É como se você estivesse vestindo a decoração”, define Andrea.

6. Cuidado com flores delicadas ou perfumadas demais

Tulipas, hortênsias, lírios e angélicas são flores lindas, mas têm um pequeno problema: as duas primeiras são delicadas, as duas últimas têm um perfume bem marcante. A combinação delas com um casamento no verão ou um noivo alérgico poderiam ser desastrosas. “As tulipas, por exemplo, são entregues num isopor com gelo. E é bom que as coloque na geladeira, se estiver muito calor, senão elas abrem demais”, comenta Andrea.

7. Girassol, não!

De todas as espécies, só uma é vetada nos buquês feitos por Andrea: os girassóis. “Não faço buquê de girassol. Ele é muito espalhafatoso, aparece mais do que a noiva”, comenta Andrea. Além disso, segundo a decoradora, a flor tem um cabo muito grosso e solta um tipo de seiva que pode manchar o vestido. Melhor evitar.

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Publicado por: lisbelaconvites | 25/08/2011

Do nude ao preto

Do nude ao preto

A noiva pode fugir do branco com elegância. Veja modelos e leia as dicas de especialistas para usar um vestido colorido no casamento.

“Lá vem a noiva, toda de branco”… Tradicionalíssima, a cor branca se tornou quase obrigatória desde que a rainha Vitória, da Inglaterra, a escolheu para seu vestido de noiva. Mas, para quem quer se diferenciar, é possível usar um vestido colorido, ficar elegante e não ser confundida com os convidados.
De acordo com o estilista Samuel Cirnansck, que assinou o vestido de Juliana Paes, cores como nude, azul claro ou rosê combinam bem com casamentos diurnos. “Vestidos em tons de porcelana francesa, azul, verde, amarelo, com laços coloridos, ficam muito elegantes”, sugere.
Na opinião da estilista Patrícia Bourgeaiseau, cores pastéis são as mais indicadas para as noivas fugirem do branco. Até Vera Wang, estilista que assinou o vestido de Chelsea Clinton, Uma Thurman e outras noivas famosas, apostou nos tons em seus modelos mais recentes. “O vestido colorido precisa ter um toque mais leve. Não pode ter um formato tão vestido de noiva, porque vai parecer que a noiva tingiu uma peça que era branca antes”, ressalta.

Imagem por IG.

Personalidade na cor 

Se as noivas quiserem embarcar na ideia do vestido colorido, os estilistas indicam o essencial: personalidade. Na opinião de Samuel, a cor no vestido precisa de uma justificativa importante o bastante para sustentá-la. “Se você não tem um porquê, é melhor usar o branco ou o off white”, recomenda o estilista.
“A personalidade precisa ser coerente com o modelo”, diz Patrícia. “A noiva deve saber segurar o vestido”, completa.
Samuel concorda: “O vestido é uma segunda pele, vai expressar a personalidade da mulher. Quando ela está um pouco confusa ou o modelo não tem a ver com sua personalidade, o vestido ‘engole’ a noiva”, comenta ele.
Dessa forma, não é muito recomendado à noiva vestir ou se maquiar de forma muito diferente daquilo que está acostumada. “É melhor a noiva não apostar numa mulher que nunca foi”, acredita Samuel. “Ela tem que ser ela mesma. O casamento é o melhor momento dela, por isso ela precisa assumir o cabelo, a estatura. Independentemente da cor do vestido, o melhor da personalidade dela precisa aflorar”, diz.

Noiva ou convidada? 

Segundo Patrícia Bourgeaiseau, a principal ressalva ao escolher uma cor diferente para o vestido de noiva é o risco de uma convidada usar a mesma cor . “O protocolo diz que ninguém pode ir de branco, mas não diz nada sobre outro tipo de cor”, lembra a estilista.
Para evitar o problema, a noiva pode avisar seus convidados sobre o estilo e as cores a se usar na festa. Mas mesmo vestida em um tom parecido com o de alguma convidada, dificilmente a noiva deixará de ser reconhecida como noiva: “Não se deixa de ser noiva porque o vestido não tem informações de noiva”, diz Samuel Cirnansck.

Limites religiosos

Estilistas ressaltam que um vestido colorido não combina com o ambiente de uma igreja. Para Samuel, a cor é mais recomendada para quem não fará a cerimônia na igreja, mas sim ao ar livre. “Vestidos coloridos são modelos para o campo, para um casamento ao lado da piscina, áreas descobertas”, define ele.
Patrícia acredita que o uso de vestidos de noiva coloridos ainda não é muito comum no país exatamente por causa desta questão. “Pouquissímas pessoas no Brasil topam isso. Mas se a noiva tem personalidade, se é capaz de ‘aguentar’ o vestido, tem que se arriscar!”, finaliza a estilista.

Matéria por IG.

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Publicado por: lisbelaconvites | 18/08/2011

Vestidos de renda conquistam as noivas

Vestidos de renda conquistam as noivas

Kate Middleton: renda em modelo clássico, mas de assinatura moderna, feito por Sarah Burton

A renda originalmente era um trabalho feito à mão com fios nobres, caríssimo e restrito a um grupo reduzido, de alto poder aquisitivo. “Com a industrialização, ela passou a ser feita por máquinas e materiais sintéticos, o que a tornou um produto acessível”, explica Paulo Babboni, figurinista e costureiro. Hoje, ela é um dos materiais mais abrangentes da moda – e consolidou sua popularidade ao aparecer ostensivamente no vestido de noiva usado por Kate Middleton em seu casamento com o Príncipe William.

“A renda combina com noivas de estilo mais romântico”, diz Esther Bauman, estilista da Acquastudio. Mas hoje existem rendas com grafismos mais modernos. Por esse motivo, segundo Wanda Borges, estilista do ateliê que leva seu nome, o material é versátil e pode ser usado tanto em vestidos modernos quanto clássicos, em peças com movimento ou mais estruturadas.

Para não comprometer o caimento do vestido no corpo, a renda precisa estar incrustrada e não costurada. “Por isso, em vestidos mais estruturados ela deve ser usada apenas em detalhes. Já nos mais fluidos, feitos com tecidos molengos como musseline ou tule, ela pode ser colocada em tudo, porque une as duas levezas”, conta Esther.

Sem erro

Democrática com os tipos físicos, seguindo algumas regras básicas da moda – “um belo decote valoriza a falta de cintura, pequenas mangas disfarçam braços não tão torneados, um corte império disfarça a barriguinha, pessoas delicadas devem usar detalhes pequenos, assim como as maiores podem usar peças mais impactantes”, enumera Paulo – a renda pode ser usada por todas. “O que define o sucesso de um modelo são duas palavras: sutileza e elegância”, completa o figurinista.

E qual o melhor tipo de renda para o modelo do vestido? “Há uma infinidade delas, tanto em relação ao desenho quanto à espessura, e cada uma cai melhor em certos modelos”, explica Wanda. Fique de olho também na qualidade do produto, porque ela fará a diferença no visual final. As rendas francesas são as mais procuradas pelas noivas.

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